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As Leis de Murphy e a crise

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Em 1949, o engenheiro aeroespacial norte americano Edward A. Murphy realizava um teste de tolerância à gravidade por seres humanos. Ao colher os dados da experiência, percebeu que os sensores que deveriam registrá-los falharam exatamente na hora. O técnico responsável havia instalado os sensores de forma incorreta, impedindo a análise. Ao extravasar sua frustração, Murphy disparou:

“Se este homem tem algum modo de cometer um erro, ele o fará”.

A frase foi adaptada para a famosa primeira lei de Murphy: “Se algo pode dar errado, dará.”

Depois disso foram surgindo outras leis:

  • A torrada sempre cai com o lado da manteiga para baixo.
  • A informação mais importante de qualquer mapa está na dobra ou na margem.
  • A outra fila é sempre mais rápida.
  • Levar um guarda-chuva quando há previsão de chuva torna menos provável que chova.
  • Não importa quantas vezes uma mentira for demonstrada, sempre haverá uma porcentagem de pessoas que acreditam que é verdade.

Para estas, há inclusive bases científicas.

Prevenindo-se contra Murphy

Não há dúvida que a melhor forma de evitar erros estratégicos e ficar menos propenso aos caprichos do destino é acumular bagagem de conhecimento e desenvolver meios de prever situações e cenários.

Um gestor deve sempre estar preparado para enxergar oportunidades, mesmo em tempos de crise.

E tem gente que vai mais longe:

Há um ensaio escrito para a revista Science Creative Quarterly, pelo engenheiro biológico da University of British Columbia, Joel Pel, que cria uma fórmula para prever a ocorrência da Lei de Murphy quando um motorista precisa dirigir seu Toyota Tercel em um trajeto de aproximadamente 100 km até sua casa debaixo de uma tempestade sem que a embreagem quebre:

Fórmula de Joel Pel para prever a ocorrência da Lei de Murphy

Fórmula de Joel Pel para prever a ocorrência da Lei de Murphy

Engenheiros, programadores e até os técnicos da NASA sabem que sistemas falham, e mais cedo ou mais tarde, irão ter um momento “Lei de Murphy” em suas rotinas. A diferença é que estes profissionais procuram calcular , prever os riscos e estabelecer procedimentos táticos para evitá-los.

Se há possibilidade de uma crise, ela ocorrerá.

Nossa economia parece ser assombrada por uma lei de Murphy própria.

Em 1822, quando D. Pedro proclamou a independência, o Brasil estava em uma profunda crise econômica, devido à baixa nas exportações de açúcar. O governo foi obrigado a contrair empréstimos na Inglaterra para indenizar Portugal pela Independência e financiar a Guerra da Cisplatina.

Em 1929, com a quebra da bolsa de Nova York, os maiores compradores de café brasileiro cessaram os negócios. Novo impacto na economia brasileira.

Entre 1968 e 1973 tivemos o “Milagre Econômico” brasileiro, então o governo fez vários empréstimos nos Estados Unidos. Quando o governo norte-americano aumentou a taxa de juros, o valor da dívida aumentou e, para piorar, nesta época a inflação disparou, dando início à pior crise financeira da história do país, durando toda década de 1980. O Plano Collor, entre 1990 e 1992, causou um período de recessão econômica, agravando a crise. Somente em  1994 o Plano Real conseguiu estabilizar a economia.

Porém, o preço do plano foi a elevação dos  juros e a privatização de empresas públicas, visando manter o Real valorizado, até que em  janeiro de 1999, o Banco Central promoveu uma grande desvalorização da moeda.

Com isto vieram a quebra de bancos e período de estagnação econômica. Em 2004 teve início um processo de fortalecimento do mercado interno. Finalmente, um ciclo de crescimento.

E agora, a crise atual. Murphy, é você?

O que fazer para sobreviver à crise?

Nestes momentos, mais do que nunca, precisamos avaliar cenários, rever procedimentos e fazer uma profunda análise interna do negócio. Os especialistas recomendam:

  • Identificar erros e prejuízos
  • Rever o foco e os objetivos do negócio
  • Reestruturar de áreas da empresa
  • Incrementar a produtividade e reduzir desperdícios
  • Evitar perda de tempo com processos manuais, pesquisar automatizações
  • Investir em inovação, novos produtos e serviços com maior valor agregado
  • Buscar diferenciais que agreguem vantagens em relação à concorrência
  • Motivação da equipe
  • Foco na venda dos produtos mais lucrativos
  • Identificar possibilidades de parcerias, alianças
  • Reduzir custos mas sem comprometer os seus diferenciais

Todos estes itens, para serem implementados de forma eficiente, dependem de um fator:

A transformação dos seus dados em informação estratégica.

Depois de organizadas, as informações devem ser cruzadas, avaliadas e distribuídas entre os setores e equipes. Assim serão gerados os indicadores necessários para tomadas de decisões à prova de leis de Murphy.

Veja algumas ferramentas que podem lhe auxiliar neste processo:

SEBRAE Canvas

A ferramenta Canvas é utilizada no planejamento de negócios e para rever e aprimorar negócios existentes. O Sebrae Canvas é um aplicativo gratuito que pode ser utilizado no computador ou tablet e permite que qualquer empreendedor desenvolva suas idéias de negócio.

Cadstre-se e baixe o aplicativo:

https://www.sebraecanvas.com/#/

CheckUp Endeavor

A Endeavor.org disponibiliza uma pagina na qual você pode fazer um diagnóstico das áreas criticas da sua empresa. Além de receber o resultado do teste, a Endeavor envia um grande acervo de conteúdo para auxiliar na gestão de empresas.

http://quiz.endeavor.org.br/checkup/#/

TaticView

Este é o nosso preferido 😉

Tudo começa com planilhas, mas analisar centenas ou milhares de linhas é cansativo, confuso e pode facilmente induzir a erros de interpretação. Através de gráficos, tabelas e filtros dinâmicos você consegue focar no que interessa. Com TaticView você importa seus dados e planilhas, organiza, controla e distribui com segurança e precisão as informações, avaliando vários ângulos estratégicos. TaticView é o seu Self Service de Informações estratégicas.

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